Mosaico De Palavras

Newsletter

Autores

A Utopia Perdida

 A Utopia Perdida
ISBN 978-989-8682-38-3

Mais detalhes

On sale À venda!
4,50 € tax incl.

9,00 € tax incl.

(preço reduzido por 50 %)

Disponibilidade:

10 artigos em stock

Programa lealdade Artigo sem pontos incentivo. Os seus pontos incentivo.



 

Uma longa parábola sobre a condição humana, sobre a inevitabilidade do real e a inevitabilidade de sonhar o ideal, por ser o real quase sempre distante do paraíso para que os livros genesíacos nos dizem termos sido concebidos enquanto espécie racional. De facto, a lama, seja sob a responsabilidade individual – os pecadilhos que cada ser humano vai coleccionando -, seja sob a responsabilidade coletiva – esses, sim, ainda maiores e mais graves, parecendo que não está na mão do homem governar-se –, é a matéria predominante na obra chamado bicho homem. 
António Machado revolteia a lama, ao mesmo tempo que nos mostra a pureza de um povo que só encontramos na Utopia, de Thomas More, um pouco ainda crente nos grandes valores que deveriam nortear a civilização – mas que, de facto, nunca a nortearam, pois que sob a aparência sempre lá esteve a lama. Ou a chuva ácida, no dizer hodierno, o que tanto faz. E, no fim, encaremos a realidade: “assim se destrói uma aldeia” – uma sociedade, um planeta. 

Uma longa parábola sobre a condição humana, sobre a inevitabilidade do real e a inevitabilidade de sonhar o ideal, por ser o real quase sempre distante do paraíso para que os livros genesíacos nos dizem termos sido concebidos enquanto espécie racional. De facto, a lama, seja sob a responsabilidade individual – os pecadilhos que cada ser humano vai coleccionando -, seja sob a responsabilidade coletiva – esses, sim, ainda maiores e mais graves, parecendo que não está na mão do homem governar-se –, é a matéria predominante na obra chamado bicho homem. 

António Machado revolteia a lama, ao mesmo tempo que nos mostra a pureza de um povo que só encontramos na Utopia, de Thomas More, um pouco ainda crente nos grandes valores que deveriam nortear a civilização – mas que, de facto, nunca a nortearam, pois que sob a aparência sempre lá esteve a lama. Ou a chuva ácida, no dizer hodierno, o que tanto faz. E, no fim, encaremos a realidade: “assim se destrói uma aldeia” – uma sociedade, um planeta. 

 

Carrinho  

(Vazio)